quinta-feira, 16 de março de 2017


Um novo pedido de acesso à delação premiada de ex-executivos da empreiteira Odebrecht foi enviado para o ministro Herman Benjamin, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pela defesa da ex-presidente da República, Dilma Rousseff. O primeiro pedido realizado pela defesa foi negado nesta quarta-feira (15) por Benjamin, que é relator da ação que investiga suposto abuso de poder político e econômico da chama Dilma-Temer. O advogado de defesa apontou contradições nos depoimentos de Hilberto Silva e Fernando Migliaccio, dois ex-funcionários da Odebrecht, em relação a eventuais pagamentos que teriam sido feitos pela empresa a João Santana, marqueteiro de Dilma em 2014, e sua mulher, Monica Moura. Benjamin requereu que Benjamin solicite à Procuradoria-Geral da República (PGR) e ao Supremo Tribunal Federal (STF) que os depoimentos prestados possam ser compartilhados. No primeiro requerimento, a defesa também solicitou que todos os presidentes dos nove partidos que compunham a coligação da chapa Dilma-Temer em 2014 tivessem seus depoimentos colhidos pelo ministro. O ministro deferiu o pedido, mas determinou que as declarações fossem dadas por escrito.

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