terça-feira, 14 de março de 2017




Movimentos sociais, sindicatos e centrais sindicais, prometem na quarta-feira, aderir a um dia greve geral, (15), contra as reformas da Previdência. A CUT informou que "haverá interrupção de atividades em diversos locais de trabalho, atraso na entrada de turnos, assembleias e, em diversas capitais, atos públicos".

De acordo com Vagner Freitas, presidente da Central Única dos Trabalhadores "além da reforma da Previdência, outras ameaças de retiradas de direitos estão prestes a serem votadas no Congresso Nacional, como é o caso dos projetos da reforma trabalhista e da terceirização". Freitas afirma também que o governo Temer pretende acabar com os 30 dias de férias, ampliar os contratos de trabalho temporário, e acabar com o direito à aposentadoria pública no Brasil”.

Com a nova reforma, a idade mínima será de 65 anos para homens e mulheres se aposentarem, com 25 anos de contribuição. Além disso, "homens com mais de 50 anos e mulheres com mais de 45 poderão entrar num regime pelo qual terão que pagar um pedágio de 50% sobre o tempo faltante para a aposentadoria". Segundo a Veja o ex-presidente Lula "confirmou presença no ato marcado para as 16h na avenida Paulista, região central da cidade". (Metro1)

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