segunda-feira, 1 de maio de 2017


Alvo da Operação Acrônimo, a primeira-dama de Minas Gerais, Carolina Pimentel, foi implicada como negociadora de um repasse de R$ 200 mil para a campanha vitoriosa de Fernando Pimentel (PT) ao governo do Estado. Em depoimento de delação premiada, o publicitário Victor Nicolato declarou que, a pedido de Carolina, a agência Nova S/B pagou o montante a um fornecedor da campanha. Segundo informações da coluna Radar Online, da Veja, a agência nega a acusação. Na versão deles, um funcionário foi procurado por Nicolato há meses atrás e sofreu ameaças de que o publicitário seguiria com a denúncia a fim de prejudicar a empresa. Antes de se candidatar a governador, Pimentel era ministro do Desenvolvimento e, de acordo com a publicação, exercia grande influência no BNDES, que detinha a conta de publicidade da agência em questão. Na última semana, a primeira-dama foi indiciada pela Polícia Federal (PF) por crime eleitoral, corrupção e lavagem de dinheiro. (G1)

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