sexta-feira, 2 de junho de 2017



A polícia dos Estados Unidos está em busca do responsável por enviar 60 fuzis para o Rio de Janeiro, por via aérea. O carregamento chegou pelo Terminal de Cargas do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro. Até o momento, a polícia sabe que um despachante aduaneiro tinha envolvimento no esquema, ajudando a liberar a mercadoria. O delegado Maurício Mendonça, da Polícia Civil, contou que não havia internamente a crença de que a rota aérea estaria sendo usada para levar fuzis ao Rio de Janeiro. "A informação demorou a chegar pra nós, levamos um ano e meio nessa investigação. Inicialmente achamos que ele vinha de maneira terrestre. Bem próximo do fim descobrimos que o armamento estava vindo pelo aeroporto internacional", explicou o delegado, de acordo com o G1. Com a descoberta da rota, o policial acredita que a rotina dos aeroportos deverá ser modificada. Entre elas a forma como são monitroadas as cargas que chegam ao Brasil. "Tudo começou porque um dos fuzis apreendidos é o AR-10, que é um fuzil americano, que vem dos Estados Unidos. Percebemos que este fuzil estava sendo empregado de maneira firme, tanto no tráfico de drogas quanto no roubo de cargas. Percebemos que o Rio de Janeiro poderia estar sendo inundado com este tipo de armamento", explicou. Nesta quinta-feira (1º), policiais da Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (Desarme) e da Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas (DRFC) apreenderam 60 fuzis de guerra - 45 do modelo AK47, um G3 e 14 AR 15. Quatro pessoas foram presas na operação, sendo dois moradores de Niterói, um da Baixada Fluminense e um de Jacarepaguá. (BahiaNotícias)

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