quinta-feira, 13 de julho de 2017


Após ter tentado possibilitar que a votação da denúncia contra o presidente Michel Temer ocorresse com quórum mínimo de 257 deputados – o que foi rejeitado pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) – o governo federal mudou a estratégia e decidiu deixar a votação para agosto, depois do recesso legislativo, que começa na próxima terça-feira (18). Segundo informações do portal G1, os aliados mais próximos de Temer foram à residência de Maia na manhã desta quinta-feira (13) para convencê-lo a permitir que a sessão seja aberta com 257 deputados. "Isso não tá fechado [votar na sexta-feira], mas é possível ficar para a agosto". [Se não for votado no plenário na sexta-feira], aí vai ser na primeira semana de agosto", afirmou o vice-líder do governo, Darcísio Perondi (PMDB-RS) em entrevista no plenário da CCJ. O parlamentar acredita que o parecer sobre a votação em plenário não deve ser fechada nesta sexta-feira (14). "É pouco provável que votemos amanhã, porque os regimentalistas da Câmara ainda não conseguiram convergir se abre [a votação] com 257 ou 342 [deputados]", afirmou Perondi. (Bahia Notícias)

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