domingo, 27 de agosto de 2017




Sessenta e uma vítimas, além do comandante, e onze testemunhas do naufrágio da embarcação Cavalo Marinho I, ocorrido no último dia 24/8, foram ouvidas até o início da noite deste sábado (26/8). Dezoito pessoas morreram no acidente e, de acordo com familiares, duas pessoas continuam desaparecidas.

” O Departamento de Polícia Metropolitana determinou prioridade na apuração do caso e, juntamente com o apoio da 19 DT (Itaparica), estamos totalmente focados em solucionar o caso”, afirmou o titular da 24 DT (Vera Cruz), Ricardo Amorim. Ainda segundo ele, além do que foi dito por vítimas e testemunhas, o laudo que será emitido pela Capitania dos Portos também deve ajudar a apurar as circunstâncias da tragédia.

As buscas por vítimas permanecem neste domingo (27/8), com equipes do Corpo de Bombeiros, através do Gmar, da Polícia Militar, com o auxílio do Graer, e da 5 CIPM. As autoridades informaram que ainda procuram por, pelo menos, duas pessoas.

Mais cedo, o Ministério Público da Bahia (MP-BA) determinou a criação de uma força-tarefa, para apurar “as circunstâncias e fatos” que motivaram o naufrágio da lancha Cavalo Marinho I. A iniciativa foi proposta pela Procuradora-geral de Justiça, Ediene Lousado, que fará parte da equipe, junto com sete promotores de justiça das áreas cível e criminal, além dos centros de apoio de defesa do consumidor, de proteção à moralidade administrativa, criminal, segurança pública e defesa social e de defesa do patrimônio público e moralidade administrativa. (Aratu)

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