quinta-feira, 10 de agosto de 2017



As investigações indicam que Marreno fazia contato com presos custodiados no sistema prisional e determinava o assassinato de rivais


Considerado o número 1 na organização da facção Bonde do Maluco, Marcelo Batista dos Santos, o Marreno, foi morto na noite de quarta-feira (9) em confronto com a Força-Tarefa da Secretaria da Segurança Pública, com o apoio de unidades do Comando de Policiamento Especializado (CPE) da Polícia Militar.

Marreno, segundo a SSP, entrou em confronto, após abordagem na Via Parafuso, Linha Verde. Anselmo Nascimento Sena, comparsa e motorista dele, também atirou contra a polícia. Ambos foram atingidos e socorridos para o Hospital de Simões Filho, mas não resistiram aos ferimentos, segundo a SSP.

Marcelo ocupava um dos lugares principais da lista com aproximadamente 80 alvos principais da SSP. Segundo monitoramento feito pela polícia, ele estava morando em uma cidade do interior de Alagoas e dando as ordens via telefone para os integrantes da facção que têm atuação em bairros de Salvador como Brotas, Cajazeiras e Liberdade. A atuação do BDM é conhecida por ter uma crueldade na execução de rivais ou desafetos.

Marreno, segundo a SSP, entrou em confronto, após abordagem na Via Parafuso, Linha Verde. Anselmo Nascimento Sena, comparsa e motorista dele, também atirou contra a polícia. Ambos foram atingidos e socorridos para o Hospital de Simões Filho, mas não resistiram aos ferimentos, segundo a SSP.

Marcelo ocupava um dos lugares principais da lista com aproximadamente 80 alvos principais da SSP. Segundo monitoramento feito pela polícia, ele estava morando em uma cidade do interior de Alagoas e dando as ordens via telefone para os integrantes da facção que têm atuação em bairros de Salvador como Brotas, Cajazeiras e Liberdade. A atuação do BDM é conhecida por ter uma crueldade na execução de rivais ou desafetos. (Correio)

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