domingo, 27 de agosto de 2017




Depois de apontar que já havia alertado às autoridades quanto à situação precária das embarcações que fazem a travessia da Baía de Todos-os-Santos, o Ministério Público da Bahia determinou a criação de uma força-tarefa para investigar as circunstâncias e fatos, que culminaram no naufrágio da lancha Cavalo Marinho I. O acidente, ocorrido na manhã de quinta-feira (24), quando a embarcação fazia o trajeto Salvador – Mar Grande, provocou a morte de ao menos 18 pessoas, dentre adultos e crianças.

As buscas por mais corpos ou sobreviventes ainda não foi encerrada. A força-tarefa é integrada pela Procuradora-geral de Justiça, Ediene Lousado, de quem partiu a iniciativa, e também por sete promotores de justiça das áreas cível e criminal, centros de apoio de defesa do consumidor, de proteção à moralidade administrativa, criminal, segurança pública e defesa social e de defesa do patrimônio público e moralidade administrativa.

De acordo com a promotora Hoseane Suzart, que faz parte da equipe, o MPE abriu duas ações civis públicas, uma em 2007 e outra em 2014, para exigir que o serviço fosse fiscalizado de maneira adequada. Essa revista é de responsabilidade da Marinha, segundo a Agerba. Diante da tragédia, a partir desta segunda-feira (28), o MPE vai receber famílias e vítimas do acidente que pretendam solicitar indenizações aos órgãos públicos. (Bahia Notícias)

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