segunda-feira, 18 de setembro de 2017




O governador Rui Costa (PT) participou neste domingo (17) do Congresso Estadual do PSB, realizado na sede do partido no Rio Vermelho. Durante o encontro, o petista saudou os aliados políticos, como a senadora Lídice da Matta (PSB-BA), e voltou a falar sobre a polêmica envolvendo a demora da liberação de R$ 600 milhões por parte do Banco do Brasil. Segundo Rui, a estatal se encontra "de joelhos" para o que chamou de "turma da mala".

"Quanto maior o investimento do estado, mais emprego. O inverso é verdadeiro. Se eles bloqueiam chegada de recursos, eles estão diminuindo o número de empregos. Quem está pagando o preço disso é o povo desempregado. Nada mais legítimo que o povo desempregado, que precisa sustentar suas famílias, ir cobrar dessa instituição que, eu confesso que não esperava, em pleno século XXI, que algumas práticas e alguns comportamentos voltassem para o Brasil", disse o governador.

"Essa prática do aparelhamento do estado brasileiro e das instituições por partidos políticos no formato que está é vergonhosa. O Banco do Brasil é uma instituição secular, que orgulha pela sua força e sua história o povo brasileiro. Fico triste em ver essa instituição de joelhos para a mesquinharia política que persegue, não só o governo do estado, mas todos aqueles que não são da turma da mala", afirmou.

Ainda sobre o tema, Rui falou sobre os relatos de prefeitos sobre a abordagem de membros do governo federal. "Acho vergonhoso isso, sei e acho que cada funcionário do Banco do Brasil deve estar sentindo vergonha desse comportamento do banco, assim como eu presencio o relato nas audiências que tenho tido com muitos prefeitos da Bahia vergonhosos que os prefeitos me fazem da abordagem de representantes do governo federal para liberar recursos para terminar as creches que foram iniciadas no governo Dilma", declarou. (Metro1)

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