sexta-feira, 10 de novembro de 2017

A defesa do presidente Michel Temer (PMDB) enviou um documento ao Supremo Tribunal Federal (STF) no qual se manifesta contra a decisão do ministro Edson Fachin de mandar parte do inquérito contra o peemedebista para a Justiça Federal.

De acordo com o jornal O Globo, na prática, caso o pedido do presidente seja acatado, isso significa paralisar o processo contra alguns investigados, como o ex-ministro Geddel Vieira Lima, os ex-presidentes da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e Henrique Alves (PMDB-RN), e o ex-assessor presidencial Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR).

A interrupção ocorreria enquanto Temer continuasse no cargo de presidente. A alegação da defesa é de que, no caso do delito de organização criminosa, quem teve o processo enviado para a primeira instância poderá se defender. E, embora a investigação não tenha mais Temer como alvo, poderá resvalar nele, uma vez que trata de fatos conexos. (Bahia.Ba)

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