Caso Marielle: suspeito de planejar morte da vereadora pede transferência de presídio


A defesa do ex-policial militar Orlando Oliveira Araújo, investigado após denúncia de que teria sido o mandante da morte de Marielle Franco, vai pedir a transferência do suspeito para a carceragem da Divisão Antissequestro da Polícia Civil fluminense. Ele também é acusado de chefiar uma mílícia carioca.

Preso em Bangu por um homicídio que ocorreu em 2015 e por outros crimes, o ex-PM estaria sem comer por medo de ser envenado, de acordo com relato do advogado Renato Darlan. Araújo nega envolvimento no assassinato da vereadora do PSOL, baleada em uma emboscada na região central da cidade, em 14 de março.

A defesa sustenta que o acusado está em regime disciplinar diferenciado e sem direito a visitas de parentes desde a quarta-feira (9), quando deixou a unidade Bandeira Stampa (Bangu 9) e foi encaminhado para a Penitenciária Laércio da Costa Pellegrino (Bangu 1), considerada de segurança máxima pelo governo estadual.

A transferência ocorreu um dia após reportagem do jornal O Globo, na qual o ex-policial e o vereador Marcello Siciliano, líder do PHS na Câmara Municipal, foram apontados como mandantes do crime por uma testemunha, que não se identificou.

Na quinta-feira (10), o ministro de Segurança Pública, Raul Jungmann, confirmou que ambos são investigados. Assim como o ex-PM, Siciliano nega qualquer participação no assassinato. (Metro1)
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