Dois meses sem Marielle: Anistia Internacional cobra respostas




Após dois meses do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do seu motorista, Anderson Gomes, a Anistia Internacional cobrou a resolução do caso.

Segundo a Exame, o comunicado do grupo traz declarações da diretora-executiva da Anistia Internacional no Brasil, Jurema Werneck, mas também dos pais e da irmã da vereadora.

“A cada dia que se passa as chances de que um caso de homicídio seja resolvido diminui. Não podemos deixar que o assassinato de Marielle fique sem resposta porque a impunidade alimenta o ciclo de violência. É muito importante que a mobilização das pessoas seja cada vez maior. Isso é fundamental para a resolução deste caso”, disse Jurema Werneck, diretora executiva da Anistia Internacional Brasil.

Marielle era defensora de direitos humanos, ativista dos movimentos LGBTI e das favelas, negra e bissexual. Aqueles que matam defensores de direitos humanos querem silenciar sua voz, desmobilizar sua luta e gerar um processo mais amplo de medo e silenciamento. (Metro1)
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