Maria Machadão do xilindró: conheça presa que liderava esquema de prostituição na BA



Se envolver com prostituição nunca foi muito a da detenta Cristiane Klem de Oliveira, uma conquistense de 38 anos conhecida como Galega e que possui vasta ficha criminal relacionada ao tráfico de drogas e ao roubo de veículos no Sudoeste da Bahia.

Mas a exploração de mulheres para o sexo passou a ser algo que há mais de dois anos ela viu como mais uma fonte de renda dentro do Conjunto Penal de Jequié, onde as visitas íntimas passaram a ter caráter mercenário sob o agenciamento de Galega.

A denúncia de uma das garotas, após deixar a prisão, foi o começo do fim do esquema. Ela deu origem à Operação Bataclan, deflagrada no dia 22 de maio pela Polícia Civil, e que apura até mesmo tortura contra as custodiadas.

Comando e facção
No presídio, a criminosa, que descende de família polonesa, comandava a ala feminina para a facção baiana TDO2, ligada, segundo a Polícia Civil, ao Primeiro Comando da Capital (PCC), organização criminosa paulista e a mais forte do Brasil.

Dentro da mesma unidade prisional, na ala masculina, estão criminosos da TDO2, um deles o líder da facção em Jequié, Sandro Santos Queiroz, conhecido como Real ou Doideira. As presas eram agenciadas para Sandro e outros membros da facção.

Além dos programas, pelos quais eram pagos de R$ 50 a R$ 100, a depender do que seria feito, Galega negociava para as presas a venda de drogas, celulares, chips, carregadores, roupas femininas íntimas e básicas, material de higiene e maquiagem.

Fonte: Correio.
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