Marina Silva investe em rede de voluntários para campanha de baixo orçamento




Acostumada a definir as tentativas de chegar à Presidência como uma “luta de Davi contra Golias”, a pré-candidata Marina Silva (Rede) aposta em 2018 em uma “profissionalização” da rede de voluntários para tentar vencer a falta de recursos.

Segundo a Folha de S. Paulo, em uma “campanha de vacas magras” para todos os candidatos, o partido da ex-senadora terá uma soma escassa: do fundo eleitoral de R$ 1,7 bilhão, ficará com cerca de R$ 10 milhões.

Para Marina, serão reservados R$ 5 milhões, além do dinheiro de doações de pessoas físicas – na vaquinha online, até as 19h30 de ontem (19), elas somavam R$ 74 mil.

Para suprir a demanda de serviços e articular as ações da campanha, a coordenação montou o movimento Somos Marina, que hoje conta com cerca de 7 mil pessoas em diversas regiões do Brasil.

Marina está em segundo lugar nas pesquisas nos cenários sem o ex-presidente Lula (PT).

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