Alckmin e Bolsonaro empatam em São Paulo, diz pesquisa Ibope




Em pesquisa Ibope feita apenas no Estado de São Paulo, os presidenciáveis Geraldo Alckmin (PSDB) e Jair Bolsonaro (PSL) aparecem em empate técnico na primeira colocação, com 19% e 16%, respectivamente, no cenário em que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não é incluído na lista de concorrentes nas eleições 2018.

A candidata da Rede, Marina Silva, ficou na terceira colocação, com 11%, seguida por Ciro Gomes (PDT), com 8%, Alvaro Dias (Podemos), com 4%, e Fernando Haddad (PT), com 4%. Em relação à pesquisa anterior do Ibope, feita no mês passado e também apenas em São Paulo, Alckmin subiu quatro pontos porcentuais, enquanto Bolsonaro oscilou um para cima. Embora a preferência por Alckmin tenha crescido acima da margem de erro de três pontos porcentuais, não houve mudança significativa no quadro eleitoral. Só as próximas pesquisas revelarão se o ex-governador paulista está de fato com tendência de crescimento. O resultado também não é representativo do quadro nacional.

Embora São Paulo seja o maior colégio eleitoral do País, 78% dos eleitores são de outros Estados. Na mais recente pesquisa nacional do Ibope, divulgada no fim de junho, Bolsonaro aparecia com 17% no cenário sem Lula, quase o triplo da taxa de Alckmin (6%).

A pesquisa de ontem sobre a corrida eleitoral em São Paulo, divulgada no Jornal da Band, da TV Bandeirantes, também trouxe um cenário em que Lula figura como o candidato do PT. Nesse caso, o ex-presidente fica em primeiro lugar, com 23%, seguido por Bolsonaro (18%) e Alckmin (15%). Os candidatos do PSL e do PSDB também empatam em rejeição: 30% e 27%, respectivamente. Lula é o líder nesse quesito – 44% afirmam que não votariam nele de jeito nenhum.

Na disputa pelo governo de São Paulo, João Doria (PSDB) e Paulo Skaf (MDB) estão tecnicamente empatados, considerando a margem de erro amostral. Entre os eleitores paulistas, 22% disseram ter preferência por Skaf, e 21% por Doria. Márcio França (PSB) e Luiz Marinho (PT) tem 3% das intenções de voto, cada um. No quesito rejeição, João Doria aparece em primeiro lugar: 33% afirmam que não votariam nele de jeito nenhum. (LeiaMaisBA)

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