Janaina Paschoal recusa ser vice de Bolsonaro; posto deve ser dado a 'príncipe'




Uma das autoras do pedido de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), a advogada Janaina Paschoal decidiu negar o convite do deputado federal Jair Bolsonaro (PSL) para ser vice dele na chapa que disputa a Presidência da República.

Em nota, a advogada afirmou que em caso de vitória, não poderia se mudar para Brasília por motivos familiares. "Conversei com o Dep. Bolsonaro e com o Pres. do PSL, Dr. Gustavo Bebiano, e cheguei à conclusão de que, neste momento, não tenho como concorrer à Vice-Presidência. Por questões familiares, por ora, eu não posso me mudar para Brasília. A minha família não me acompanharia", escreveu Janaína.

No documento divulgado através do Twitter, Paschoal ainda defende Bolsonaro das acusações de machismo. "Sou testemunha de que Bolsonaro não é machista. Ele me tratou de igual para igual, desde o primeiro momento. Sou testemunha de que ele não é autoritário, cedeu em muitos pontos. Todos puderam constatar a sua tolerância", afirmou.

Sem a advogada, o acordo entre Bolsonaro e Luiz Philippe de Orléans e Bragança, membro da família real brasileira, se torna mais provável. O anúncio oficial sobre o vice na chapa de Bolsonaro deverá ser feito neste domingo (5), durante a convenção do PSL. (Metro1)

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